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O paciente deverá trazer o risco cirúrgico (com liberação e dentro da validade, que na maioria dos casos é de seis meses), que será entregue ao médico anestesista no dia do procedimento.
As medicações de que o paciente faz uso devem ser mantidas ou suspensas dependendo do médico que realizou a avaliação de risco cirúrgico.
Há um período mínimo após uma cirurgia oftalmológica que se considera recomendável antes do regresso à cidade de origem. Este tempo depende essencialmente do tipo de cirurgia realizada e da evolução individual no pós-operatório.
Nos primeiros dias após uma cirurgia oftalmológica, antes de voar de volta à cidade de origem, recomenda-se que haja uma autorização do cirurgião. Isso ocorre pois algumas cirurgias podem apresentar complicações relacionadas ao voo.
Os transplantes de córnea lamelares posteriores (transplantes endoteliais como DSEK e DMEK) ou qualquer cirurgia que envolva presença de ar ou gás dentro do globo ocular requerem atenção especial neste sentido.
Uma avaliação e liberação pelo cirurgião antes do voo, com uma declaração para apresentação à companhia aérea, é recomendável.
Ao regressar à sua cidade de origem, recomenda-se ao paciente marcar uma consulta com o seu médico oftalmologista o quanto antes — preferencialmente na primeira semana de regresso — para que o médico se familiarize com o pós-operatório vigente.
Caso julgue necessário, o médico poderá fazer contato com o cirurgião para discutir o pós-operatório. Em todo caso cirúrgico, o paciente terá acesso ao número de celular do cirurgião, que se encontrará na receita, para eventuais dúvidas.